O professor de AEE e sua atuação.
Por: Rosa Maria Carneiro
A
oportunidade
de conhecer e aprender sobre a atuação do docente de AEE foi bem interessante,
e a disciplina AEE trouxe bons esclarecimentos e trocas importantes sobre o
papel deste docente.
Aprendemos
que o AEE é um serviço da Educação Especial e que complementa a formação do
aluno tendo em vista sua autonomia na escola ou fora dela, e que por lei deve
ser oferta obrigatoria pelos sistemas de ensino.
O
papel do professor de AEE tem por objetivo, na sala de recursos
multifuncionais, contribuir e oferecer melhores condições de desenvolvimento
social e cognitivo dos alunos com deficiências, devendo considerar os desafios
vivenciados pelos alunos. Na escola, o professor do ensino regular é orientado
pelo professor de AEE bem como os demais profissionais da instituição, para que
todos possam se conscientizar sobre qual é a deficiência do aluno e como lidar
com as necessidades por ele apresentadas.
Um
instrumento muito importante que auxilia o trabalho do professor de AEE é o
Estudo de Caso, pois é o momento em que o professor entra em contato com o
histórico de vida do aluno, como foi seu desenvolvimento biopsicossocial, suas
experiencias na vida familiar e escolar; com isto, pode verificar e pesquisar
quais os melhores recursos e estrategias para favorecer e estimular a
aprendizagem de seu aluno de acordo com suas necessidades.
A
partir do estudo de caso, o professor de AEE elabora um Plano de AEE, onde cada
aluno tera um plano individual e direcionado de acordo com suas especificidades
para um melhor atendimento, pois neste plano constam os recursos, os obletivos,
o período de atendimento e as propostas de atividades para que os alunos
possam desenvolver suas potencialidades e assim exercer seu
papel de aprendiz.
No
decorrer da disciplia estudada, AEE, aprendemos, estudamos, compartilhamos e
ampliamos nossa compreensão acerca dos aspectos que favorecem o trabalho do
professor de AEE e também como o
atendimento ao aluno com deficiencia pode
ser realizado de uma forma atuante e significativa, pois “Ninguém ignora tudo.
Ninguém sabe tudo. Todos nos sabemos alguma coisa. Todos nos ignoramos alguma
coisa, por isso aprendemos sempre” (Paulo Freire)